Um estudo conduzido por pesquisadores de três universidades (University College London, Princeton University e Stony Brook University), realizado com 9.050 ingleses com idade média de 65 anos descobriu que as pessoas que sentiam que aquilo que faziam realmente valia a pena tinham 30% menos chances de morrer dos que as demais.

A pesquisa acompanhou o grupo de ingleses por oito anos e dividiu os participantes em quatro: desde os que tinham um claro propósito de vida até as que não apresentavam a característica. O resultado é que 9% das que estavam no primeiro grupo faleceram durante o estudo, contra 29% dos classificados na categoria mais baixa. Segundo os pesquisadores, o primeiro grupo viveu em média dois anos a mais do que aqueles que demonstravam controle sobre o seu sobre o seu propósito. E esse não foi único estudo a fazer essa relação.

Diferentes pesquisas realizadas nos Estados Unidos também mostram que ter um objetivo de vida reduz em 27% o risco de ter doença cardíaca, em 22% as chances de ter um AVC (acidente vascular cerebral) e cai pela metade quando se trata de Alzheimer. Além de prevenir doenças, ter um proposto de vida também é decisivo para quem precisa enfrentar uma doença grave.

Ainda, um novo estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Northwestern aponta que ter um bom motivo para levantar todas as manhãs melhoram a qualidade do sono e os hábitos noturnos. Para a pesquisa, mais de 800 pessoas entre 60 e 80 anos responderam questionários sobre seu sono e suas motivações na vida – pessoas satisfeitas com seus propósitos de vida relataram menos casos de apneia e insônia.

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Fonte: www.uol.com.br